Hospital do Rim - Ivaiporã - Paraná

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Tratamentos e Serviços

 

 

Nefrologia

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Muito embora seja uma especialidade relativamente nova, a nefrologia tem assumido uma importância crescente dentro da medicina. Isto se deve, por um lado, aos variados recursos terapêuticos oferecidos dentro da especialidade e, por outro, à crescente incidência das enfermidades acometendo rins e o trato urinário.

As áreas de atuação da nefrologia compreendem desde o atendimento ambulatorial básico até pacientes graves internados em UTI. No âmbito hospitalar, a nefrologia participa desde a realização de procedimentos invasivos como biópsia renal percutânea, implantação de catéteres venosos e peritoniais, até o acompanhamento e manuseio dos casos de Insuficiência Renal Aguda (IRA), Insuficiência Renal Crônica e Insuficiência Renal Crônica Agudizada.

Neste aspecto, importa tanto o controle clínico (conservador) e dialítico do paciente com IRA quanto a indicação e realização de terapia renal substitutiva nos casos de IRA, IRC Agudizada e Intoxicações. Para tanto, a nefrologia lança mão de variados recursos e técnicas, incluindo a Diálise Peritoneal, a Hemodiálise Convencional ou Contínua Lenta, Plasmaferese e Hemoperfusão.

 

 

Urologia

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Urodinâmica

No Hospitalo do Rim o paciente pode realizar um conjunto de exames para avaliar as funções da bexiga e uretra, através de medidas de pressão vesicais e uretrais, fluxo urinário e atividade do esfincter, especialmente no casos de incontinência urinária.

 

Andrologia

A andrologia é uma subespecialidade da urologia que trata dos problemas genitais do homem, sendo os mais freqüentes a impotência sexual, a ejaculação precoce e a infertilidade masculina. Vários exames estão disponíveis para diagnóstico e tratamento destes distúrbios.

 

Endoscopia Urinária

O Hospital do Rim possui uma unidade de endoscopia urinária para a realização de exames ou cirurgias que dispensam a internação hospitalar.

 


Litotripsia

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A partir de 1980 iniciou-se na Alemanha o desenvolvimento de uma "máquina" que sem necessidade de internação, na grande maioria dos casos sem anestesia, aplicava sobre a pele do paciente ondas de energia extra corpórea ultra-som ou eletrohidraúlica, que atingiam apenas o cálculo renal sem causar danos a outros órgãos, promovendo a fragmentação do mesmo, sendo eliminado pela urina. Como o processo é ambulatorial o paciente no dia seguinte, já retorna suas atividades habituais.
As complicações são extremamente raras com uma eficiência de acima de 90%. Hoje o procedimento é aceito universalmente como primeira escolha no tratamento da grande maioria dos cálculos urinários.

E é inclusive aplicado em crianças, com inúmeros trabalhos científicos mostrando que lesão sobre o tecido renal é muito pequena e tem resolução espontânea em poucos dias, não acarretando complicações precoces e nem tardias. Outros trabalhos acompanharam por vários anos o desenvolvimento morfológicos e funcional do rim de crianças submetidas ao procedimento, e, não evidenciaram nenhuma alteração no crescimento e desenvolvimento desses rins, bem como a ocorrência de seqüelas sistêmicas a longo prazo.

Essa nova modalidade de tratamento foi chamada de LITOTRIPSIA EXTRA CORPÓREA POR ONDAS DE CHOQUE (LECO), e, como podemos perceber representa uma verdadeira revolução na forma de tratar de cálculos do trato urinário, relegando a cirurgia convencional a tratar dos casos e/ou situações muito especificas (menos de 5% dos casos). Representa significativo progresso na terapêutica dos cálculos do trato urinário, uma vez que se tornou ambulatorial, evitando afastamento do paciente de suas atividades, praticamente sem riscos e com uma relação custo/beneficio extremamente baixas se comparados a uma cirurgia convencional.

 

 

Hemodiálise e Diálise Peritonial

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- Tratamento eficiente utilizado em pacientes com Insuficiência Renal Crônica Terminal.

Consiste na remoção do excesso de líquidos e de substâncias acumuladas no organismo do paciente renal crônico, provenientes do metabolismo e da ingestão de alguns alimentos.

Estas substâncias são prejudiciais ao organismo e nas fases avançadas da doença provocam sintomas como fraqueza, falta de apetite, náuseas, vômitos, etc..As principais substâncias são : uréia, creatinina, potássio, e íons hidrogênio (acidose metabólica).

* Existem 2 tipos de tratamentos dialítico sendo os principais:

 

Hemodiálise

Procedimento seguro que utiliza equipamento dialisador "rim artificial" e uma solução contendo íons diluída em água previamente tratada. O sangue é retirado do organismo e circula por uma membrana sintética em contato com a solução e retorna "purificado" para o paciente, restaurando o equilíbrio do organismo.

Uma sessão de hemodiálise executa cerca de 15% do trabalho dos rins. O paciente habitualmente necessita de três sessões de hemodiálise por semana, sendo que cada sessão tem a duração aproximada de 4 horas.

 

Diálise Peritonial

Consiste na infusão de uma solução estéril balanceada de íons e glicose no interior da cavidade abdominal do paciente, que em contato com uma membrana biológica semi- permeável (peritônio), ocorre o processo de "filtragem" das substâncias toxicas. Pode ser realizado em ambiente hospitalar (Diálise Peritoneal Intermitente) ou na própria residência, opção terapêutica conhecida como CAPD (Diálise Peritoneal Ambulatorial Contínua).

 

 

Ambulatório

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No ambulatório de nefrologia são atendidos principalmente casos de glomerulonefrites agudas e crônicas, infecções do trato urinário (cistite e pielonefrite), nefrolitíase ("cálculo renal") e hipertensão arterial.

Neste terreno, freqüentemente a nefrologia atua em doenças muitas vezes atendidas também por outras especialidades como, por exemplo, cardiologia (hipertensão arterial, endocardite infecciosa e insuficiência cardíaca), reumatologia (lúpus eritematoso sistêmico e gota), obstetrícia (eclâmpsia), pediatria (infecção urinária, glomerulonefrite pós-estreptocócica e glomerulonefrite por lesão mínima) e urologia.

Embora ambas lidem com doenças renais, a nefrologia se diferencia desta última por ser uma especialidade essencialmente clínica, enquanto a urologia é mais afeita à área cirúrgica.

Uma outra especialidade com a qual a nefrologia freqüentemente convive é a endocrinologia, dada a alta incidência de acometimento renal no diabetes melito.

Ao lado deste atendimento básico, a nefrologia ambulatorial atua também em área mais específicas, como no tratamento da insuficiência renal crônica (IRC) através da hemodiálise ou da diálise peritoneal ambulatorial contínua (DPAC ou CAPD) bem como preparando e acompanhando transplantes renais.

 

 

Insuficiência Renal

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Aguda - Início abrupto da alteração da função renal. (É geralmente reversível).
Crônica - Piora progressiva do funcionamento dos rins até a parada total. (Necessita tratamento dialítico e/ou transplante).

 

Causas

-Diabetes Mellitus.
-Hipertensão Arterial.
-Nefrites.
-Síndrome nefrótica.
-Obstrução por "pedras" nos rins.
-Doenças Hereditárias (ex. Rins -Policísticos).
-Exposição à substãncias tóxicas (ex. -Antibióticos, antiinflamatórios etc.).
-Doenças sistêmicas (ex. Lúpus, vasculites etc.).
-Infecções Renais.
-Após cirurgias, traumas e infecções em outros orgãos (septicemia).

 

Consequências

-Anemia.
-Retencão de líquido no corpo.
-Redução do volume de urina.
-Falta de ar.
-Inchaço.
-Hipertensão.
-Fraqueza.
-Falta de apetite.
-Náuseas e vômitos.
-Coma.
-Confusão Mental.
-Morte nas fases avançadas, sem tratamento.

 

Tratamento

Tem por objetivo a substituição parcial ou total da função renal, corrigir o metabolismo do organismo e melhorar a qualidade de vida do paciente. Diálise: Processo utilizado para retirar substãncias tóxicas acumuladas no sangue dos pacientes urêmicos. Transplante Renal: O rim é retirado de um doador compatível siológicamente (vivo ou cadáver) e implantado no paciente com insuficiência renal crônica terminal.